quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Facebook x Google / (drones x balões)






Facebook x Google / (drones x balões)


 Facebook x Google / (drones x balões)

O céu vai se tornar um lugar mais agitado nos próximos anos se depender do Facebook e Google. As duas empresas de tecnologia estão investindo em esforços rivais para transferir a internet para objetos voadores na estratosfera.
Facebook tem como objetivo construir uma rede de drones utilizando laser para a comunicação, o Google também tem um projeto de drones, mas a empresa está mais otimista na utilização de balões gigantes ao redor do mundo para fornecer links de dados persistentes para as partes do planeta que não possuem internet.

Drone do Facebook

 Drone do Facebook
Drone do Facebook


Os planos de ambas parecem exagero, mas eles estão convencidos de que têm uma chance real de se conectar a 57% da população do mundo ainda offline.
Dos dois projetos, o plano do Facebook está, sem dúvida, numa fase anterior. "Ele ainda não voou, essa é a próxima etapa", reconhece o engenharia-chefe da rede social Jay Parikh. Mas ele diz que espera que o primeiro drone será lançado antes do fim do ano.
A aeronave é chamada Aquila 1 e foi recentemente construída em Somerset, Inglaterra, antes de ser enviada para um lugar de teste secreto. O drone é maior do que um jato Boeing 737, mas parece muito diferente, já que não há necessidade de transportar passageiros ou de um piloto.
O primeiro drone Aquila foi projetado e construído ao longo de um período de 14 meses. A estrutura gigante elegante é feito de uma fina camada de espuma coberta em fibra de carbono, com quatro hélices em anexo. Toda a estrutura tem 43 metros de largura, mas pesa menos de um carro. A estrutura é toda em fibra de carbono.

Esquema de drones do Facebook

  Esquema de drones do Facebook
Esquema de drones do Facebook

Drone do Facebook

  Drone do Facebook
Drone do Facebook


O objetivo é construir uma frota de drones com os transmissores de rádio instalados por baixo para transferir dados através de uma zona de diâmetro de 160 quilômetros. Terminais na terra usariam os sinais para proporcionar a internet para as pessoas.
Facebook pretende que os drones possam ficar no ar por até três meses em um primeiro momento. Só isso já seria um feito impressionante - o recorde atual é de cerca de duas semanas.
Mas o ponto realmente complicado envolve a criação de uma rede com diversos drones atuando como pontos de ligação intermédios, de forma que uma conexão rápida enviada a partir de uma cidade pode ser distribuída para fora, para a aeronave final da cadeia, em uma velocidade de 300 km.
Para ajudar a manter a velocidades dos dados, o Facebook pretende usar feixe de lasers entre a aeronave através de distâncias significativas. O Facebook tem o objetivo de enviar dados entre seus drones usando lasers em distâncias de até 11 km.

Entenda como funciona os drones do Facebook

  Entenda como funciona os drones do Facebook
Entenda como funciona os drones do Facebook


Imagine uma superfície de 18 milímetros de diâmetro numa distância de 11 Km e um laser manter esse alvo, enquanto as dois drones mantem sua trajetória em velocidades diferentes.
A empresa já testou a tecnologia em seus laboratórios da Califórnia, mas fazê-lo funcionar a 27 quilômetros acima do solo não será fácil.
Já o Google aposta em balões em um projeto chamado de “Loon”, desde 2013, com mais de 1.000 balões, já lançados no ar, e quase 20 milhões de quilómetros ao redor do mundo. Um dos balões já deu a volta ao mundo 19 vezes.

Balão - projeto Loon - Google

  Balão - projeto Loon - Google
Balão - projeto Loon - Google


Os balões viajam com os ventos, geralmente ao longo de uma latitude leste ou oeste. O Google mantém cada um em curso através do bombeamento de hélio dentro e fora de um saco preso dentro de envelope de plástico exterior do balão. Isso faz com que ele suba ou dessa, deixando-a encontrar ventos que irá levá-lo na direção desejada.
Ao invés de tentar manter cada balão sobre uma área, o objetivo do Google é criar uma sequência circular, como um conjunto de antenas utilizada hoje em dia para comunicação, ao se deslocar de uma área para a outra o usuário utiliza outro balão no lugar do anterior, proporcionando uma ligação permanente à Internet.

Entenda o projeto Loon - Google

 Entenda o projeto Loon - Google
Entenda o projeto Loon - Google


Inicialmente, a empresa se esforçou para manter seus balões no ar por uma semana. Mas agora regularmente mantém-los no ar por 150 dias. Para ter uma ideia, mesmo um buraco do tamanho de um milímetro em um balão pode derrubá-lo em poucos dias.
Em vez de usar lasers, o Google se baseia exclusivamente em frequências de rádio para transmitir seus dados. Equipamento de suspensão abaixo de cada aeronave se conecta a uma estação de base e, em seguida, envia o link de dados resultante para outras antenas que podem alcançar. Atualmente, balões do projeto Loon pode cobrir uma área que abrange 80 quilômetros circular de diâmetro.
Os balões também podem transmitir sinais uns aos outros para estender a Internet, quando não há nenhuma estação de base próxima. A empresa diz que já uniu dois balões mais de 100 km de distância e os dados transferidos em cerca de 500 megabits por segundo. Mas isso é uma fração das dezenas ou mesmo centenas de gigabits por segundo das taxas que o Facebook acredita que seus lasers são capazes, porém os balões do Google já estão ativos. Na verdade, a empresa espera começar a oferecer conexões para Internet na Indonésia e no Sri Lanka em breve.
Em suma, ambos os projetos têm potencial, até porque eles devem provar muito mais barato do que enviar mais satélites ou outras alternativas existentes.

Balão - projeto Loon - Google

  Balão - projeto Loon - Google
Balão - projeto Loon - Google



Balão - projeto Loon - Google

  Balão - projeto Loon - Google
Balão - projeto Loon - Google



Balão - projeto Loon - Google

   Balão - projeto Loon - Google
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Poesia: Continuando...








Poesia: Continuando...




Mistérios do passado


Mistérios do passado
SILVA, Oscar Pereira da. Descoberta do Brasil. [Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500]. 1922. Óleo sobre tela, 190 cm x 333 cm. Acervo Museu Paulista, São Paulo (BR).


Mistérios do passado


Quando Cabral o descobriu,
será que o Brasil sentiu frio?

Diz a História que os índios comeram o bispo Sardinha.
Mas como foi que eles conseguiram abrir a latinha?

Qual o mais velho, diga num segundo:
D. Pedro I ou D. Pedro II?

De que cor era mesmo (eu nunca decoro)
o cavalo branco do Marechal Deodoro?

PAES, José Paulo. É isso ali. Rio de Janeiro: Salamandra, 1984.




Ipês floridos


 Ipês floridos


Ipês floridos


Festa das lanternas!
Os ipês se iluminaram
de globos cor-de-ouro.

Kolody, Helena. Viagem no espelho. Curitiba: Criar, 2001.




O poeta da roça


Sou fio das mata, cantô da mão grossa,
Trabaio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de páia de mío.

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.

Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.

Meu verso rastêro, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.

Só canto o buliço da vida apertada,
Da lida pesada, das roça e dos eito.
E às vez, recordando a feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito.

Eu canto o cabôco com suas caçada,
Nas noite assombrada que tudo apavora,
Por dentro da mata, com tanta corage
Topando as visage chamada caipora.

Eu canto o vaquêro vestido de côro,
Brigando com o tôro no mato fechado,
Que pega na ponta do brabo novio,
Ganhando lugio do dono do gado.

Eu canto o mendigo de sujo farrapo,
Coberto de trapo e mochila na mão,
Que chora pedindo o socorro dos home,
E tomba de fome, sem casa e sem pão.

E assim, sem cobiça dos cofre luzente,
Eu vivo contente e feliz com a sorte,
Morando no campo, sem vê a cidade,
Cantando as verdade das coisa do Norte.

ASSARÉ, Patativa do. O poeta da roça. In: Correio Braziliense, Brasília, 21 mar. 2002. Caderno Coisas da Vida.





Patativa do Assaré: o poeta que traduziu o sentimento nordestino.


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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Poesia: recriando palavras e realidade






Poesia: recriando palavras e realidade



O conhecimento do mundo não se dá somente por leituras de textos científicos. O texto poético, por exemplo, transforma as ações da humanidade por meio do sentimento e da intuição, isso porque a poesia fala direto à imaginação.
Assim, quando se lê um texto poético, podem-se construir seus significados com base nas experiências vividas, nos órgãos dos sentidos e perceber a realidade pelas diferentes formas dadas às palavras. Dessa maneira, cada cultura, cada sociedade em uma época retrata o entendimento que tem do mundo.
Para fazer arte com a palavra, alguns poetas preferem formatos mais fixos para as estrofes e versos, outros preferem dar liberdade à estrutura dos poemas, aproveitando o espaço do papel e o conteúdo visual como elementos significativos. Não importa, pois o que conta é a capacidade de recriar a realidade por meio das palavras, que são combinadas de maneira pessoal, subjetiva.



Anatomia do monólogo


SER OU NÃO SER?
ER OU NÃO ER?
r ou não r
OU NÃO?
ONÃ?

PAES, José Paulo. Anatomia do monólogo. In: NICOLA, José de. Literatura Brasileira: das origens aos nossos dias. 11. ed. São Paulo: Scipione, 1995.



Vai e vem


 Vai e vem
GRÜNEWALD, José Lino. Vai e vem. In: NICOLA, José de. Literatura Brasileira: das origens aos nossos dias. 11. ed. São Paulo: Scipione, 1995.




Poesia visual


  Poesia visual
Capparelli, Sérgio; Gruszynski, Ana Cláudia. Poesia visual. 3. ed. São Paulo: Global, 2002.




Glossário


Anatomia: dissecação do corpo humano ou de qualquer animal ou vegetal para estudo e conhecimento de sua organização interna.














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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Sem relógio de ponto








Sem relógio de ponto



Empresas ampliam a adoção de horário flexível para entrada e saída no trabalho, com benefícios para os funcionários.



Cada vez mais brasileiros estão conseguindo realizar um velho desejo: conciliar a jornada de trabalho com os compromissos e as necessidades da vida pessoal. O privilégio de passar na academia de ginástica antes do expediente, dar uma escapadinha no meio da tarde para ir ao dentista ou sair mais cedo para buscar os filhos no colégio deixou de ser exclusividade dos profissionais liberais, dos patrões ou de executivos em cargos muito elevados.
Grandes companhias estão percebendo que abolir a rigidez nos horários de entrada e de saída aumenta a satisfação dos funcionários e pode ser uma providência fundamental para atrair e manter os bons profissionais. A tendência está se espalhando rapidamente e já atinge, em graus variados e em departamentos diferentes, 73% das maiores empresas instaladas no Brasil, de acordo com pesquisa da Hewitt Associates, uma das principais consultorias de recursos humanos do mundo. É um número próximo ao dos Estados Unidos, onde o percentual de companhias que oferecem o benefício saltou de 50% para 80% nos últimos dez anos.
A forma mais comum de flexibilidade adotada no Brasil ainda não permite liberdade plena, mas representa um avanço significativo em relação aos tempos em que o relógio de ponto reinava soberano. Nela, as empresas oferecem alternativas ao horário padrão, sem, contudo, abrir mão do controle sobre a quantidade de horas trabalhadas. É o caso da seguradora AGF, que, em São Paulo, estipulou um horário-núcleo entre 9h30 e 16h30, em que todos devem estar na empresa. As duas horas que restam para completar o expediente são administradas pelo próprio empregado, que pode cumpri-las pela manhã, à tarde ou simplesmente deixá-las para outro dia – desde que, no final do mês, tenha cumprido a carga estipulada.
A prática atinge empresas de todos os setores. Entre as que já têm projetos em estágio avançado estão, por exemplo, Avon, Dow Química, Xerox, Gerdau, Kodak, Levis e Algar. Porém, apesar de estar bem difundida no mercado brasileiro, a iniciativa ainda não atinge os cargos de menor remuneração. Na pesquisa da Hewitt, apenas 35% dos funcionários das 131 companhias que disseram empregar o horário flexível têm chance de optar pelo esquema. Boa parte deles ocupa cargos de nível hierárquico superior – diretores, gerentes e consultores. Na posição mais simples, a possibilidade de escapar da ditadura do relógio continua distante. Para diversos ramos de atividade, os especialistas em recursos humanos argumentam que a flexibilização representaria prejuízo no atendimento ao público, no relacionamento com outras corporações ou na produção em série. Mas a principal causa da resistência é mesmo cultural.
“Muitas empresas receiam conceder liberdade plena de horário porque desconfiam que os empregados abusariam desse direito”, diz Andrea Huggard-Caine, presidente no Brasil da Hewitt. “A maior parte dos chefes ainda acredita que produtividade se mede pela quantidade de horas que o funcionário permanece na empresa”, acrescenta Patrícia Molino, diretora da consultoria KPMG.
Nas corporações em que cada profissional tem autonomia para administrar o próprio tempo e realizar as tarefas da forma que julgar conveniente, está ocorrendo exatamente o contrário do que se temia: é comum encontrar quem trabalhe doze ou mais horas por dia. “Para controlar os excessos, estamos até fazendo campanha de conscientização sobre a importância das férias”, descreve o diretor de recursos humanos da Oracle, André Rapoport. A Merck Sharp & Dohme adotou uma solução drástica: o setor de manutenção tem ordem para apagar as luzes do prédio às 10 da noite, sem verificar se há alguém trabalhando. “Existe um tipo de funcionário que adora ficar no escritório, mesmo que o volume de serviço não exija”, diz o diretor de assuntos corporativos, Marcos Levy. Mas, de acordo com os consultores, está em baixa o prestígio dos viciados em trabalho, que estiveram em voga nos anos 1980, mas perderam fôlego desde então. Hoje, o que as empresas querem é alguém que tenha outras preocupações na vida – família, lazer, filantropia. Retoma-se, assim, a tendência histórica que fez o número de horas dedicadas ao trabalho cair gradativamente no decorrer do século XX. Na década de 1910, os brasileiros trabalhavam, em média, cerca de 3 000 horas por ano. Com a mecanização e o surgimento de benefícios como as férias remuneradas, esse índice caiu drasticamente. Atualmente, a média é de 2 000 horas anuais. Estima-se que um número cada vez maior de companhias evolua para formas mais sofisticadas de flexibilidade, permitindo que os funcionários trabalhem parte do tempo em casa ou reduzindo a jornada semanal para quatro dias. “A geração que está entrando agora no mercado tem outra mentalidade e vai fazer o máximo para encontrar o equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal”, diz Andrea Huggard-Caine, da Hewitt. “Afinal, quem viu os pais trabalharem feito loucos a vida toda para serem demitidos aos 50 anos não quer repetir o erro.”





Os horários de trabalho flexíveis são um sonho para muitas pessoas, pois representam o equilíbrio perfeito entre a esfera pessoal e profissional.



 Os horários de trabalho flexíveis são um sonho para muitas pessoas
 Os horários de trabalho flexíveis são um sonho para muitas pessoas
 Os horários de trabalho flexíveis são um sonho para muitas pessoas
 Os horários de trabalho flexíveis são um sonho para muitas pessoas
Os horários de trabalho flexíveis são um sonho para muitas pessoas




Glossário


Privilégio: direito, vantagem, prerrogativa, válidos apenas para um indivíduo ou um grupo, em detrimento da maioria.






Dicas de Gramática


Concordância Verbal


Observe a concordância verbal nas frases a seguir.

a) “Boa parte deles ocupa [...].”
b) “A maior parte dos chefes ainda acredita [...].”

Nessas frases, o verbo está concordando com as expressões destacadas, e isso é possível no caso de expressões que se referem à parte de um todo, como: um grande número de, a maioria dos/das, uma porção de, a maior parte de, metade de...
Nesses casos, a concordância pode, portanto, se dar tanto no singular quanto no plural.
Ex.: a) “Boa parte deles ocupa [...]” ou “Boa parte deles ocupam [...]”.
b) “A maior parte dos chefes ainda acredita [...]” ou “A maior parte dos chefes ainda acreditam [...]”.



















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domingo, 1 de novembro de 2015

Orientações para a elaboração de um bom currículo








Orientações para a elaboração de um bom currículo



Quem está em busca de uma colocação no mercado de trabalho precisa prestar muita atenção na hora de elaborar o seu currículo, pois, como dizem, ele é o cartão de visitas do candidato para uma nova oportunidade de trabalho.
Antigamente, os artifícios para o currículo se destacar dentre os demais variavam desde a cor do papel até sua densidade de informações. acreditava-se que quanto mais detalhado, esmiuçado, melhor. Incluíam desde as instituições onde o candidato cursou o Ensino Fundamental, hobbies prediletos, descritivo de saúde e situação matrimonial, por exemplo.
Esse tipo de currículo está superado. quem o apresente desta forma corre o risco de este sequer chegar até as mãos do recrutador. O mercado de trabalho mudou. compor um currículo bem elaborado e atraente nos dias atuais é sinônimo de ter objetividade. Evidenciar objetivo profissional, experiências e habilidades desenvolvidas com clareza chamará a atenção do recrutador que o ler, e as possibilidades desse candidato ser chamado para uma entrevista são bem maiores.


Recrutadora e candidato em entrevista para colocação no mercado de trabalho.


 Recrutadora e candidato em entrevista para colocação no mercado de trabalho.
Recrutadora e candidato em entrevista para colocação no mercado de trabalho.





Agora, fique atento às dicas sobre o que um recrutador quer encontrar num currículo:


– Uso de linguagem clara, breve e concisa.
– Deve estar impecavelmente atualizado.
– Cuidado com a formatação: deve ser discreta, utilizando-se, de preferência, um só tipo de fonte, de tamanho bom para leitura do recrutador. se for necessário destacar algo, faça-o com grifo ou negrito.
– Um currículo impresso não deve ultrapassar o máximo de duas páginas A4. É recomendável o uso de pequenos espaços na margem ou no corpo, entre os itens, propositalmente para que o recrutador possa fazer anotações durante a entrevista.

Algumas dicas para auxiliá-lo na disposição dos dados, observe:


  1. Objetivo profissional: mencione essa informação sucintamente.
  2. Experiência profissional: anos de início e final da prestação de serviço, nome da empresa, cargo que ocupou. De forma objetiva, cite atividades e, se possível, resultados alcançados, descrevendo suas contribuições em cada empresa.
  3. Informações adicionais: grau de domínio de língua estrangeira, domínio de recursos da informática.

O que não deve existir no seu currículo:


Erros de português: nada pior do que um currículo não revisado. depois de elaborá-lo, peça auxílio para que outra pessoa o corrija, preferencialmente alguém que domine a área da Língua Portuguesa.
Informações falsas: jamais minta no seu currículo. Por exemplo, uma informação como o domínio de língua estrangeira, se o recrutador desejar comprovar no momento da entrevista e o candidato não corresponder ao registrado, perde sua credibilidade no ato.
Qualidades pessoais: mencionar que o candidato é organizado, proativo, comunicativo etc., não precisa constar no papel. o entrevistador vai perceber isso durante a conversa e, se isso lhe interessar, terá oportunidade de ver o candidato em ação em outros momentos do processo seletivo.

O processo de relações interpessoais é fundamental no desenvolvimento profissional.


O processo de relações interpessoais é fundamental no desenvolvimento profissional.
O processo de relações interpessoais é fundamental no desenvolvimento profissional.





Observe a organização deste currículo e tome-o como base para elaborar o seu.




João da Silva


Brasileiro, solteiro, 19 anos.
Rua das Flores, 460, ap. 52.
Jardim Alvorada – Piracicaba – SP.
Telefone: (012) 3356-1234.
E-mail: js@hotmail.com

Objetivo


Cargo de Auxiliar Administrativo.

Formação


  • Ensino Médio, Colégio Tiradentes.
  • Ensino Fundamental, Colégio Rui Barbosa.

Experiência Profissional


  • 2006/2007 – Comércio de Tintas São Tomé Ltda.
    Cargo: Auxiliar Administrativo.
    Principais atividades: conferência de entrada de mercadorias, controle de notas fiscais, controle de contas a pagar.
  • 2005 – Indústria de Calçados Pise Macio.
    Cargo: estagiário.
    Principais atividades: conferência de saída de mercadorias.

Informações adicionais


  • CNH (B);
  • Não fumante;
  • Informática: Windows, Word, Excel, Internet.














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sábado, 31 de outubro de 2015

A escolha profissional (Pensando no futuro)







A escolha profissional (Pensando no futuro)



No Brasil, a cada 50 alunos que ingressam na faculdade, somente 25 se formam. Dos profissionais que possuem diploma universitário, 60% praticam uma profissão que não tem correspondência alguma com o curso frequentado. Na verdade, é muito comum escolher, na hora de prestar o vestibular, a profissão errada.
Se, no início do século 20, ser médico, engenheiro ou advogado era sinal de bem-estar pessoal e status, no século 21, qualquer profissão pode ser sinônimo de sucesso ou fracasso. Quais são as profissões com maior visibilidade pública nestes dias? A resposta é fácil: profissões ligadas a serviços (consultorias, serviço de comunicações e informática) e lazer (esporte, turismo, música, dança...). Mas todos que trabalham nesses ramos têm sucesso? Obviamente que não.
A palavra profissão tem origem em outra: professar. Professa, como sabemos, quem tem fé. Esta é a primeira lição: o profissional é aquele que tem paixão. Sem paixão, dificilmente alguma pessoa conseguirá aguentar a pressão e a concorrência no mercado de trabalho. Nos últimos 15 anos, ocorreu uma forte mudança na estrutura do mercado de trabalho em virtude da introdução da informática na produção. O tempo de criação diminuiu. Hoje, alguns setores produzem um produto novo a cada três meses, o que obriga as empresas a investirem fortemente em tecnologia e novos produtos.
As grandes empresas começam a demitir os especialistas e contratar os “polivalentes”, que são trabalhadores com várias especializações, que não param de estudar, são muito atualizados e criativos. Em média, um polivalente substitui sete trabalhadores especializados, o que gera muitas demissões. Como a empresa diminui o número de postos de trabalho, a relação entre hierarquias também se altera. Há forte transferência de responsabilidades. Este é o profissional do século 21: corresponsável, criativo, polivalente, dinâmico, que sabe trabalhar em equipe e possui noções de mercado. Seria o mesmo dizer que tudo o que se esperava de um profissional até os anos 70 do século passado se inverteu.
No século 20, esperava-se que ele fosse estável, disciplinado, especializado, individualista, que se adaptasse às mudanças. Hoje, espera-se exatamente o inverso. Um dos maiores especialistas nos estudos de mercado de trabalho contemporâneo, o sociólogo Richard Sennett, afirma em seu último estudo que duas palavras indicam o atual estágio do trabalho: flexibilidade e risco. Ninguém, hoje, tem segurança de que permanecerá em seu trabalho até o final do ano. Todos precisam atualizar-se, constantemente.

Médico, engenheiro, professor, administrador,... diferentes profissões que compõem a sociedade.


Médico, engenheiro, professor, administrador,... diferentes profissões que compõem a sociedade.
Médico, engenheiro, professor, administrador,... diferentes profissões que compõem a sociedade.





Com a informática tirando tantos empregos, daqui a pouco vai ter gente comendo mouse...


 Com a informática tirando tantos empregos, daqui a pouco vai ter gente comendo mouse...
Com a informática tirando tantos empregos, daqui a pouco vai ter gente comendo mouse...




Glossário


Professar: reconhecer publicamente, exercer, ensinar, propagar.






Dicas de Gramática



Concordância do verbo com expressões que indicam porcentagem


A concordância do verbo com expressões que indicam porcentagem depende da presença ou da ausência de outra palavra depois de tais expressões.
  • Considerando o alto valor do prédio, 8% significam um bom dinheiro.
  • Entre os empresários consultados, apenas 1% conhece o projeto.
  • Segundo a pesquisa, 47% da população considera regular o projeto apresentado.
  • Apenas 1% dos empresários consultados conhecem o projeto.

Atenção: Quando a porcentagem não for seguida de outra palavra, o verbo concorda com o número da porcentagem.
Nos casos em que a porcentagem estiver acompanhada por uma palavra no singular ou plural, o verbo concorda com a palavra singular ou plural.





















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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Lemos a TV e ela nos escreve







Lemos a TV e ela nos escreve



Segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope sobre o tempo de permanência dos espectadores diante da tela da televisão. As mulheres vencem os homens: são 54,89% de espectadoras ante 45,11% de homens. Também vencem no tempo gasto para assistir à programação: por dia, elas desperdiçam a incrível soma de 5h08min12s e eles, 4h36min43s!
As classes sociais D e E veem televisão durante 5h11min51s diárias. E os adultos com mais de 50 anos permanecem por mais tempo diante da telinha: 5h28min59s. O mais estarrecedor é que ninguém — homem, mulher, criança, adolescente ou adulto — fica menos de 4h22min43s diárias assistindo à TV!
É mais do que um sexto de cada dia da semana gastos na exposição ao consumo e a programas que não promovem o pensamento reflexivo nem a melhoria dos níveis culturais.
Uma situação tão presente nas diferentes camadas da sociedade brasileira, uma dedicação tão intensa a um veículo de comunicação e uma disponibilidade tão fiel merecem ser consideradas pelos educadores, principalmente quando pensam a respeito de como se formam os modos de interpretação, como as imagens e as palavras influenciam na formação do imaginário coletivo e qual é a ideologia construída a partir da utilização desse veículo.
Marshall McLuhan — ao criar uma definição-síntese da cultura dos anos 1960 ao dizer que “o meio é a mensagem” — que motivou, Eric McLuhan(Seu filho), a aplicar noções e termos bélicos ao assunto da comunicação e propor uma batalha virtual dos meios de comunicação entre si (televisão x cinema x leitura x fotografia), e deles com a cultura (evasão, emoções, uso da tecnologia). Esse caráter agressivo do ataque à televisão expandiu-se para os comportamentos: ele critica a passividade da leitura emocional e de imagens, e adverte para a atividade danosa dessa linguagem sobre o cérebro.
De todos os meios criados pela sociedade ao longo dos tempos, a televisão talvez seja o mais atraente e o de mais fácil acesso. Mas a discussão entre meio e desligamento do real é mais antiga: o grande escritor francês Flaubert apresentava, no romance Madame Bovary (1857), a personagem Ema, cuja razão foi adormecida para que as emoções pudessem reinar absolutas. A causa? Os romances sentimentais!
Alguém pode afirmar que filmes de terror ou thrillers enriquecem a razão humana só porque estimulam os dois hemisférios cerebrais? O fato de o computador — assim como a televisão — se utilizar de cores básicas, torna esse meio de informação e fantástico banco de dados em indiscutível fonte de evasão?
Acreditar que a acusação de evasão seja motivo suficiente para provocar o afastamento do público de todas as idades, crenças e profissões da frente de uma tela iluminada, barulhenta e dinâmica é uma demonstração de ingenuidade. A evasão pode ser um valor tão importante quanto a razão para indivíduos que não conseguem superar as diferenças de educação e de oportunidades de melhoria de vida. A evasão pode funcionar como compensação para uma vida sem horizontes. Quem se detém, mesmo que rapidamente, diante da TV em busca de material de pesquisa e análise, percebe, com a rapidez do raio laser e alimentada pela fibra óptica, que a programação e os interesses mercadológicos é que, intencionalmente, reduzem os espectadores ao estado de amebas com carteira de identidade.
Vivemos em uma época em que a desrazão, ou a falta de uso da razão, é o melhor atestado da sua existência. E que, de maneira racional, se programa um ataque terrorista e uma resposta vingativa no Afeganistão. No momento em que a intelectualidade se recusa a continuar acreditando em dualismos opositivos, como razão x evasão; televisão x leitura e tela x público, persistir neles significa retrocesso.
Um menino frente à tela somente se afastará do real e do racional se todos os seus antecedentes culturais, a satisfação afetiva, os estímulos lúdicos prazerosos e as trocas simbólicas significativas não existirem. O desamparo social, afetivo, cultural e simbólico provoca dores e sofrimentos interiores intensos. A evasão converte-se, nesse caso, em rota de sobrevivência.
A televisão não faz “perder a paciência para a leitura”, como afirma Eric McLuhan, visto que a leitura não é um ato massacrante e tedioso, com o qual se deva ter “paciência”. Um leitor com formação efetiva e crítica lê, APESAR do televisor ligado à sua frente. São linguagens diferentes com poderes diversificados. Coabitam o cérebro. O futuro da cultura não pode ser visto com pessimismo. Fazemos a cultura de amanhã em todos os momentos do presente.
Empresários, programadores, publicitários, artistas e técnicos trabalham racionalmente para produzir o lixo cultural de hoje, que não é voltado exclusivamente para as emoções (que também é um valor cerebral), mas para o instinto, sobretudo o sexual. A evasão e a destruição da razão fazem parte de quem domina os meios de comunicação (em si, meios sem razão e sem emoções) para anestesiar a vontade política e crítica geral. Valorizar músculos e nádegas como projetos de vida é antes questão ética e política do que tecnológica ou emocional.

Autora: Marta Morais da Costa.


Tempo prolongado em frente à televisão não faz bem à saúde da criança.


 Tempo prolongado em frente à televisão não faz bem à saúde da criança.
Tempo prolongado em frente à televisão não faz bem à saúde da criança.




Televisão desligada


 Televisão desligada
QUINO. Toda Mafalda. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.




Sem tempo


 Sem tempo
BENETT. Coletânea de charges e tiras.(Paixão, Pancho e Benett). Gazeta do Povo, Curitiba, [s.d.].




Comentarista


 Comentarista
LAERTE. Comentarista. Folha de S. Paulo, 24 jun. 2001.




TV na floresta


 TV na floresta
LAERTE. TV na floresta. Folha de S. Paulo, 25 maio 2001.





Glossário


Estarrecedor: que causa espanto, assombro, que causa horror.
Absoluto: independente, sem restrições, ilimitado, soberano, único.
Lúdico: relativo ao jogo, a brinquedo que visa a mais divertimento.






Dicas de Gramática



Escrevo números por extenso ou não?


A maioria das pessoas acha que os números de um texto formal sempre devem ser escritos por extenso. Na realidade, existem algumas diretrizes que determinam se há necessidade de se escrever o número por extenso ou se é possível escrever o algarismo.
Seguem, como material de consulta, as principais diretrizes de uso dos números em textos de Redação Empresarial.

Escreva todo número abaixo de dez por extenso
As nove máquinas compradas pela empresa apresentaram problemas.
O diretor assinou os oito contratos sem ler as cláusulas com cuidado.
Exceções: unidades de medida, idade, tempo, datas, números de páginas, porcentagens, valores, proporções.
Exemplos: 2 metros 32 anos 8h00 16 de novembro Página 4 51% R$ 50,00

Escreva números sempre que dois ou mais estiverem em um mesmo período
No 4º dia do evento, 42% dos convidados não compareceram nas 50 mesas redondas agendadas.

Nunca misture número com numerais (por extenso)
Em vez de: No sexto dia do lançamento, 20% do novo produto ainda não estavam distribuídos.
Escreva: No 6º dia do lançamento, 20% do novo produto ainda não estavam distribuídos.

Escreva os grandes números na forma mais familiar ao leitor
Pondere qual é mais familiar: 185.000.000 1,85 x 108 185 milhões 185 x 106

Use números seguidos de palavras quando os últimos cinco ou seis dígitos forem zero
3 milhões (em vez de 3.000.000)
160 milhões (em vez de 160.000.000)

Escreva decimais e frações em números
0,39 (e não zero vírgula trinta e nove)
¾ (e não três quartos)

Não exagere o grau de precisão: escreva números com, no máximo, duas decimais
0,65 (e não 0,65187)
0,83 (e não 0,82798)

Se o número é uma aproximação, mencione
Aproximadamente 13 milhões…
Cerca de 30 metros distante…
Perto de 15 litros se perderam…

Não comece uma frase com números
Quatro quintos do território de vendas
e não
4/5 do território de vendas
ou
4 quintos do território de vendas.
Três mil e quatrocentos reais foi o custo do treinamento
e não
R$3.400,00 foi o custo do treinamento.

Só se usa a forma 02, 03, 09 em documentos de natureza legal, fiscal, jurídica ou cartorial





















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