terça-feira, 15 de setembro de 2015

Obesidade infantojuvenil




Obesidade infantojuvenil



A prevalência da obesidade cresce em todo o mundo e preocupa cada vez mais os médicos. Mesmo em países pobres, onde a desnutrição é uma tradição endêmica, esse mal se manifesta como sério problema de saúde. Na Inglaterra, o governo pretende reduzir a obesidade entre homens e mulheres em 25% e 33%, respectivamente. Nos Estados Unidos, a meta é diminuir em 23% o número de pessoas obesas nos próximos dois anos, de acordo com o projeto Healthy People. Entretanto, houve um aumento de 30% na parcela da população obesa.
Essa tendência aponta para a necessidade imperiosa de combate e controle da obesidade desde a infância e adolescência. Em geral, o aumento da obesidade infantojuvenil é agravado pela forma de tratamento equivocada adotada em muitos casos, tratando-a com esquemas semelhantes aos dos adultos, em vez de esperar que o crescimento da criança leve a uma adequação do seu peso com relação à altura. As repercussões que o excesso de peso acarreta a médio e longo prazos na saúde são, entre outras, aumento do colesterol, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes, alterações dermatológicas e complicações ortopédicas e da função pulmonar.
A obesidade é um distúrbio do metabolismo energético, em que ocorre armazenamento excessivo de energia sob a forma de gordura no tecido subcutâneo. Como beira o caráter de epidemia, trata-se mais de um problema de saúde pública do que estético. O Brasil, que não superou um problema de Terceiro Mundo, a desnutrição infantil, absorveu este das nações ricas – a obesidade. Pesquisa realizada na cidade de São Paulo mostra que, entre jovens de 10 a 12 anos, uma média de 25% têm excesso de peso.
O melhor caminho para não se tornar obeso é a prevenção, começando pelo aleitamento materno e mantendo uma alimentação controlada durante toda a vida. Entretanto, estabelecida a obesidade, o tratamento requer uma abordagem multidisciplinar, clínica, psicológica, nutricional e de educação física. Na criança, o uso de qualquer medicamento traz riscos.
É necessário educar. A obesidade é um fator de risco não apenas para a mortalidade prematura, como para condições crônicas que levam à incapacidade e perda de produtividade e comprometimento da qualidade de vida e do funcionamento desta e de futuras gerações.

Obesidade infantojuvenil


  Obesidade infantojuvenil
Obesidade infantojuvenil



Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos


  Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos
HOWSON, Peter. Retrato da cantora Madonna. 2002. Óleo sobre tela. Coleção particular do casal Matthew Flowers.



Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos


  Pinturas de Correggio e Howson - O padrão de beleza feminina através dos tempos
CORREGGIO, Antonio Allegri. Júpiter e Io (detalhe). 1531. Óleo sobre tela, 163,5 cm x 70,5 cm. Kunsthistorisches Museum, Viena (AT).




Aposta na prevenção


A prevenção da obesidade deve ser feita desde o nascimento, e uma das ferramentas mais eficazes é a amamentação. “Bebês amamentados no peito têm menos chances de se tornarem adultos gordos porque, no esforço de sugar o seio, desenvolvem a percepção da saciedade, ou seja, sentem que a fome acaba e param de mamar”, afirma o médico pediatra Fábio Ancona Lopez. Já o leite oferecido na mamadeira, além de chegar à boca com mais facilidade, o que faz o bebê receber mais alimento do que necessita, costuma ser muito calórico, principalmente se for engrossado com farinhas e adoçado. Para saber se o bebê caminha para ser um adulto com peso normal ou um obeso, basta ficar de olho na balança.
De acordo com o padrão internacional de pediatria, no primeiro ano de vida é normal que ele triplique o peso que tinha ao nascer. A partir do segundo aniversário e até a adolescência, a criança pode ganhar em média de 2 a 3 quilos por ano.


Amamentação: garantia de alimento saudável durante os primeiros meses de vida.


 Amamentação: garantia de alimento saudável durante os primeiros meses de vida.
Amamentação: garantia de alimento saudável durante os primeiros meses de vida.




Culinária barata


Cientista amador cria pratos à base de insetos e publica nos EUA livro com 33 receitas originais.


Se você for convidado para jantar em Washington na casa de David George Gordon, prepare-se. Pensando bem, é melhor ir jantado, pois das iguarias do cardápio composto por esse entomologista (estudioso de insetos) não vai querer é nada. É que o trivial variado oculto sob as baixelas de Gordon é composto de insetos. É isso mesmo, abelhas, formigas, gafanhotos, grilos, cupins, lagartas, vermes, larvas de toda a espécie e – argh!!!, elas não podiam faltar – baratas... Mas seu paladar não se restringe a seres minúsculos de seis patas. As papilas gustativas do anfitrião salivam ante a possibilidade de abocanhar cada uma das oito coxinhas de artrópodes como aranhas e escorpiões. Esses últimos, aliás, Gordon diz serem deliciosos. Biologicamente próximos dos moluscos, o sabor da carne dos escorpiões lembra muito o de uma casquinha de siri, afirma. A mesma história sempre se falou da carne de cobra, que teria sabor similar à do frango, mas quem está disposto a conferir uma sucuri à cabidela?
David diz estar consciente da sensibilidade dos insetos, não os sacrifica a pauladas nem esmagados na sola do sapato. Prefere que não sofram. Por isso, congela-os. Suas receitas foram desenvolvidas a partir de um estudo sobre a dieta de insetos dos povos primitivos, uma constante na história da humanidade. Para iniciantes insetívoros e pessoas com estômago delicado, Gordon recomenda suas formigas ao chocolate – confessando ao mesmo tempo que quase qualquer coisa coberta por chocolate fica boa. Outra indicação são os espetos de gafanhoto, aqueles bichos que, quando revoam, revoam aos bilhões, em nuvens imortalizadas na Bíblia como uma das sete pragas do Egito. Ele recomenda especificamente os gafanhotos aos iniciantes pelo fato de sua anatomia lembrar vagamente a dos camarões, o que em tese reduziria o temor da primeira garfada. A mesma filosofia vale para sugerir os escorpiões à escalopine, cuja dica de preparo é curta e grossa: manuseie com cuidado. O bicho é venenoso, mas como o saco com o veneno encontra-se na extremidade da cauda, aconselha-se cortá-la durante o preparo.
De maneira geral, as propriedades nutritivas dos insetos são estupendas, afirma o degustador. Um quinto de cada gafanhoto é composto de proteínas, quantidade comparável à de um bifinho. Grilos são ricos em cálcio e cupins têm ferro à beça. Com isso, o mestre-cuca quer derrubar o preconceito de que insetos são seres nojentos tomados por micro-organismos nocivos à saúde. Segundo ele, o importante é saber a procedência dos ingredientes, adquirindo-os de fornecedores conhecidos e respeitados. Mas, tendo-se tempo disponível, nada impede caçar insetos no jardim ou nos parques públicos. A única advertência é esquecer os seres com cores vivas e manchas coloridas. Esses, assegura o especialista, têm gosto ruim. Insetos verdes, marrons e pretos são saborosos. Têm essas cores justamente como instrumento de defesa para mimetizar-se no meio ambiente, pois são os preferidos dos predadores.

Pratos à base de insetos - Iguaria inigualável.


 Pratos à base de insetos - Iguaria inigualável.
Pratos à base de insetos - Iguaria inigualável.



Gafanhoto: para alguns, uma iguaria.


 Gafanhoto: para alguns, uma iguaria.
Gafanhoto: para alguns, uma iguaria.




Glossário


Endêmico: particular a um povo ou região.
Caloria: quantidade de energia de uma substância; unidade de medida de calor.
Cabidela: modo de preparar galinha e seus miúdos, refogados no sangue da própria ave; galinha ao molho pardo.
Nocivo: prejudicial, danoso.
Gengibre: planta cuja raiz é utilizada sob diversas formas na alimentação, na farmacologia e na cosmética.






Dicas de Gramática



Dica 18 – Uso de “SE NÃO” ou “SENÃO”

SE NÃO é o mesmo que “caso não”, como na frase “Se não dormir mais cedo, vou acordar mais tarde”

SENÃO é o mesmo que “do contrário”, como na frase “Eu estava dormindo, senão atenderia”;
ou o mesmo que “a não ser”, como na frase “Não faço outra coisa senão amar você”























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