domingo, 15 de maio de 2016

A escultura, depois de Alexander Calder






A escultura, depois de Alexander Calder


Há muito tempo, vários artistas vêm inovando nos materiais utilizados na criação de estruturas artísticas, por exemplo, pintores abandonaram os pincéis, o cavalete e fizeram da pintura uma extensão do próprio corpo; como Jackson Pollock, que passou a expressar o movimento em suas pinturas, como se as linhas “pintadas” dançassem, corressem ou deslizassem sobre o suporte criando um espaço pictórico dotado de vida e pulsação.
Outros artistas passaram a utilizar materiais que são considerados resíduos ou lixo para criarem obras que, além de sua estética, realizam apelos para determinados temas sociais, políticos ou religiosos.
Os escultores também abandonaram os materiais convencionais como mármore, bronze, rochas, argila e gesso para adotarem outros materiais em suas criações, inovando cada vez mais, abandonando padrões tradicionais e acadêmicos, oportunizando, assim, novos olhares sobre suas obras.
Como expoente da escultura do século XX, pode-se destacar Alexander Calder. Escultor norte-americano conhecido internacionalmente, soube como poucos utilizar o movimento e a cor, como elementos centrais da sua obra.
A escultura, antes de Calder, configurava-se em estruturas estáticas, que poderiam sugerir movimento apenas por meio de recursos plásticos, como ocorre nas obras que se pode observar abaixo.

RODIN, Auguste. O Pensador. 1903. Escultura em bronze


 RODIN, Auguste. O Pensador. 1903. Escultura em bronze
RODIN, Auguste. O Pensador. 1903. Escultura em bronze, 180 cm x 98 cm x 145 cm. Museu Rodin, Paris (FR)



Discóbolo. Escultura em mármore, (cópia de uma escultura original romana em bronze do século V a.C. atribuída ao escultor Myron).


 Discóbolo. Escultura em mármore, (cópia de uma escultura original romana em bronze do século V a.C. atribuída ao escultor Myron).
Discóbolo. Escultura em mármore, (cópia de uma escultura original romana em bronze do século V a.C. atribuída ao escultor Myron). The British Museum, Londres (UK).


Alexander Calder, com seus móbiles, tornou-se um pioneiro na escultura cinética.


CALDER, Alexander. Pavão. 1941. Metal pintado e alumínio não pintado com vinte elementos Móbile


 CALDER, Alexander. Pavão. 1941. Metal pintado e alumínio não pintado com vinte elementos Móbile
CALDER, Alexander. Pavão. 1941. Metal pintado e alumínio não pintado com vinte elementos Móbile, 125,7 cm x 93,3 cm. Coleção Particular.


Calder, além dos móbiles, também criou estruturas chamadas de Stabiles, que são esculturas feitas de chapas de metal aparafusadas e, diferente dos móbiles, são estáticas.

 CALDER, Alexander. Pavão. 1941. Metal pintado e alumínio não pintado com vinte elementos Móbile


CALDER, Alexander. Quatro pétalas brancas. 1947. Stabile-móbile, metal pintado


CALDER, Alexander. Quatro pétalas brancas. 1947. Stabile-móbile, metal pintado
CALDER, Alexander. Quatro pétalas brancas. 1947. Stabile-móbile, metal pintado, 41,9 cm x 24 cm x 36,8 cm. Coleção Particular.



CALDER, Alexander. Domador de leões. 1926-1930. Arame, madeira, metal, tecido, couro, cordel e metal pintado


 CALDER, Alexander. Domador de leões. 1926-1930. Arame, madeira, metal, tecido, couro, cordel e metal pintado
CALDER, Alexander. Domador de leões. 1926-1930. Arame, madeira, metal, tecido, couro, cordel e metal pintado, 49,5 cm x 16,8 cm x 25,7 cm. Whitney Museum of American Art, Nova York (US).





Linhas, formas e cores


Vários artistas, desde o início do século XX, inovam não somente nos materiais, mas nas cores, nas formas e em novas maneiras de representar a realidade, seus pensamentos ou suas emoções.

Kandinsky, Wassily. Composição VIII. 1923.


 Kandinsky, Wassily. Composição VIII. 1923.
Kandinsky, Wassily. Composição VIII. 1923. Óleo sobre tela, 140 cm x 201 cm. Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York (US).



Kandinsky, Wassily. No azul. 1925.


 Kandinsky, Wassily. No azul. 1925.
Kandinsky, Wassily. No azul. 1925. Óleo sobre cartão, 80 cm x 110 cm. Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen, Dusseldorf (DE)




“Na arte, a inspiração tem um toque de magia, porque é uma coisa absoluta, inexplicável. Não creio que venha de fora para dentro, de forças sobrenaturais. Suponho que emerge do mais profundo “eu” da pessoa, do inconsciente individual, coletivo e cósmico”.

Clarice Lispector




“A arte é uma mentira que nos permite ver a verdade”.

Pablo Picasso




“O pintor não é alguém inspirado, mas sim alguém capaz de inspirar os outros”.

Salvador Dalí






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